Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 16 de Setembro 2026
MARINHA DEVE TER PRIMEIRA EXPULSÃO DE MILITAR ENVOLVIDO NOS ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS DE 8 DE JANEIRO
Política
932 Acessos

MARINHA DEVE TER PRIMEIRA EXPULSÃO DE MILITAR ENVOLVIDO NOS ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS DE 8 DE JANEIRO

O suboficial da reserva Marco Antônio Braga foi condenado por participar dos ataques às sedes dos três Poderes

IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

A Marinha do Brasil entrou na fase final de um processo que pode resultar na primeira expulsão de militar das Forças Armadas por envolvimento nos ataques às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

O suboficial da reserva Marco Antônio Braga Caldas, de 51 anos, é alvo de um Conselho de Disciplina com término previsto para maio. O processo foi aberto após o STF (Supremo Tribunal Federal) condená-lo a 14 anos de prisão sob acusação de praticar crimes contra a democracia.

A possível expulsão deve abrir uma sequência de decisões negativas para militares relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro ou à trama golpista de 2022, incluindo ex-comandantes da Marinha e do Exército denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

Publicidade

Leia Também:

MORTE FICTA

O Artigo 142 do Estatuto dos Militares prevê a exclusão a bem da disciplina, aplicada a militares cuja conduta é considerada incompatível com o serviço militar ou com o decoro da classe. A participação em tentativas de golpes contra o estado democrático de direito, como os de janeiro de 2023, se enquadra nessa situação.

Mesmo após a expulsão, os dependentes de militares não ficam desamparados. A Lei nº 3.765/1960 equipara o militar expulso ao falecido, garantindo pensão vitalícia à família. Essa situação é chamada de "morte ficta", ou seja, fictícia, prática que permite que familiares continuem recebendo o benefício, independentemente do crime cometido.

A pensão é paga proporcionalmente ao tempo de serviço, conforme alteração feita na reforma da Previdência Militar em 2019, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As pensões variam entre R$ 1.500 e R$ 33 mil, dependendo do posto ocupado e do tempo de serviço do militar.

 

FONTE/CRÉDITOS: ICL/UOL
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Reprodução/Facebook

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR
📲
Instale nosso aplicativo Tenha acesso rápido às notícias diretamente pelo seu dispositivo.