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Quinta-feira, 09 de Julho de 2026
JORNAL BRITÂNICO DESTACA BRASILEIROS ENTRE PERSONALIDADES QUE ‘AUMENTAM ESPERANÇA NA HUMANIDADE’

Internacional
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JORNAL BRITÂNICO DESTACA BRASILEIROS ENTRE PERSONALIDADES QUE ‘AUMENTAM ESPERANÇA NA HUMANIDADE’

Três lideranças indígenas, incluindo a ministra Sonia Guajajara, foram citadas pelo The Guardian

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O jornal britânico The Guardian destacou três brasileiros entre personalidades inspiradoras no ano de 2023. Em uma reportagem publicada nesta segunda-feira (25), o periódico destacou a atuação da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, do escritor Aílton Krenak e do jornalista indígena Marco Antônio Silva Batista.

Segundo a reportagem, à exceção do cacique Raoni, uma das lideranças indígenas mais influentes em todo o mundo, a sociedade brasileira conviveu com os povos indígenas sem dar muita atenção a eles.

“Em 2023, duas personalidades indígenas atingiram o auge de suas carreiras e lutas no Brasil”, diz o periódico citando o escritor e filósofo Aílton Krenak, “primeiro escritor indígena escolhido para integrar a Academia Brasileira de Letras, panteão dos melhores escritores vivos do país”, destaca a publicação.

A outra personalidade indígena citada - e que estampa a fotografia principal da reportagem - é Sônia Guajajara. “Nunca, em 523 anos desde que os portugueses descobriram o território, uma mulher indígena subiu tão alto na representação oficial dos povos nativos do país”, diz o texto.

O Guardian dá destaque, ainda, à atuação de Marco Antônio Silva Batista. jornalista indígena de 20 anos de idade que atua na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, próximo à fronteira brasileira com a Guiana - onde vive o povo Mucuxi, do qual ele faz parte.

“Batista é um dos mais jovens integrantes da patrulha indígena GPVTI (Grupo de Proteção Territorial Indígena) e utiliza um drone para espionar a exploração ilegal de ouro e diamante na região”, diz a reportagem.

O jornal britânico ainda lembrou que o trabalho feito por Batista é “perigoso”, ao relembrar os assassinatos do jornalista inglês Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira, na região amazônica.

 

FONTE/CRÉDITOS: Itatiaia/Lucas Pavanelli
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Arquivo/ABR
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