Divulgada pelo Ministério do Trabalho na quinta-feira passada, dia 5, a atualização da chamada Lista Suja do Trabalho Escravo incluiu um número recorde, de 204 empregadores, que submeteram trabalhadores a condições semelhantes à escravidão.
De acordo com o ministério, as carvoarias, criação de bovinos para corte, serviços domésticos, cultivo de café e extração e britamento de pedras, são as atividades com maior número de empregadores incluído.
Atualizada em abril e outubro de cada ano, a lista inclui 473 pessoas físicas (patrões) e jurídicas (empresas) em todo o país. O estado de Minas Gerais foi o que mais somou registros na última atualização da lista, com 37 novos empregadores.
Patos de Minas, Presidente Olegário e outros municípios da região também tiveram empregadores incluídos neste ano na Lista Suja do Trabalho Escravo, com um total de 78 trabalhadores resgatados, conforme dados abaixo:


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