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Domingo, 14 de Junho de 2026
EDUARDO BOLSONARO DIZ QUE SEM ANISTIA NÃO HAVERÁ ELEIÇÕES NO BRASIL EM 2026

Política
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EDUARDO BOLSONARO DIZ QUE SEM ANISTIA NÃO HAVERÁ ELEIÇÕES NO BRASIL EM 2026

Deputado sinaliza querer lançar sua candidatura à Presidência da República

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a colocar em dúvida a realização das eleições presidenciais de 2026. Ele afirmou que “sem anistia, não haverá eleições em 2026” e criticou mudanças no projeto de lei que trata do perdão aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

“A anistia é o mínimo, a defesa tolerável da democracia. Querer flexibilizar a anistia soa como suavizar a vida de ditadores, que só respeitam o que temem. Sem anistia, não haverá eleição em 2026”, publicou Eduardo em seu perfil na rede social X (Twitter).

Desde fevereiro, o deputado mora nos Estados Unidos, onde tem se dedicado a articular medidas de pressão contra autoridades brasileiras, que resultaram em cancelamentos de vistos e aplicações de sanções econômicas, inclusive um aumento de tarifas contra produtos do país.

CANDIDATURA

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Eduardo por sua atuação no exterior e no processo sobre a tentativa de golpista, que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no Supremo Tribunal Federal.

Eduardo sinaliza querer lançar sua candidatura à Presidência da República em 2026, ao mesmo tempo em que sustenta o discurso em defesa de uma anistia ampla, geral e irrestrita. O projeto, no entanto, perdeu força após a aprovação da urgência na Câmara dos Deputados, em meio a críticas da opinião pública.

LÍDER

Além disso, Eduardo vê seu mandato sob risco tanto por sua atuação no exterior, alvo de processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara, quanto pelo elevado número de faltas injustificadas em sessões deliberativas da Casa.

A oposição articulou uma manobra para livrá-lo das consequências das ausências, mas o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), vetou sua nomeação como líder da minoria, o que lhe permitiria atuar fora do país com faltas abonadas.

O deputado não voltou ao Brasil e continua ausente das sessões da Câmara. Ele esteve entre os 18 deputados, de um total de 513, que não participaram da votação unânime que aprovou a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais.

FONTE/CRÉDITOS: O Tempo
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Reprodução/Flickr
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