Apontado como um dos pilares da transição energética, o lítio já atraiu R$ 6,3 bilhões em investimentos em dois anos para Minas Gerais. Neste mesmo período, foram gerados 3.500 empregos diretos, no Vale do Jequitinhonha, onde está a maior concentração do mineral no território mineiro. A meta é atingir 7.500 empregos de carteira assinada até o ano que vem, segundo o Governo de Minas.
O mineral tem sido apresentado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sede) como uma ferramenta estratégica que pode mudar a realidade do Vale do Jequitinhonha, além das regiões Norte e Nordeste do Estado, onde passou a ser explorado recentemente.
Uma das empresas que atua na região do Vale do Jequitinhonha é a Sigma Lithium. Listada em bolsas de valores internacionais, a empresa tem 1.700 funcionários diretos e cerca de 20 mil indiretos.
O lítio é utilizado para produção de baterias de carros elétricos e de fontes de armazenamento de energia, o que torna o mineral relevante em meio às discussões mundiais sobre transição energética.
Segundo o Governo de Minas, com o projeto do Vale do Lítio, as exportações dobraram nos últimos anos. No período de 2021-2022, as cifras saltaram de R$ 1,9 bilhão para R$ 4,3 bilhões no biênio 2023-2024, um aumento de mais de 120%.

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