Aguarde, carregando...

Sexta-feira, 09 de Outubro 2026

Eleições 2026

AO VIVO
Apurado: 0%
Aguardando início da apuração oficial...
CÂMARA GASTA R$ 3,3 MILHÕES COM GABINETES DE DEPUTADOS AFASTADOS
Política
849 Acessos

CÂMARA GASTA R$ 3,3 MILHÕES COM GABINETES DE DEPUTADOS AFASTADOS

Brazão, Zambelli e Eduardo Bolsonaro mantiveram gabinetes ativos sem comparecer ao Congresso

IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

A Câmara dos Deputados já desembolsou R$ 3,3 milhões para sustentar os gabinetes de três deputados que não exercem suas funções há meses — dois deles impedidos de receber salários por decisão judicial e outro cassado após um ano de prisão.

Os nomes são conhecidos: Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), cassado em abril por faltas excessivas enquanto estava preso; Eduardo Bolsonaro (PL-SP), licenciado para morar no exterior; e Carla Zambelli (PL-SP), detida na Itália. Mesmo sem comparecer ao Congresso, todos mantiveram estruturas de gabinete ativas, com assessores e despesas financiadas com recursos públicos.

Segundo dados de levantamento feito pelo jornal Estadão (O Estado de São Paulo), o gabinete de Brazão consumiu R$ 1,9 milhão em menos de dois anos. Eduardo Bolsonaro, R$ 900 mil. E Carla Zambelli, R$ 300 mil. Somados, os três casos escancaram um vácuo nas regras que regulam o funcionamento das equipes parlamentares.

Publicidade

Leia Também:

Enquanto Zambelli segue presa fora do país, Eduardo Bolsonaro tem se dedicado a articulações políticas no exterior, acusando o Judiciário brasileiro de perseguir seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), Brazão manteve, até ser cassado, uma equipe de 24 funcionários, com custo mensal de R$ 120 mil — mesmo sem comparecer a nenhuma sessão.

PRESSÃO

Os casos revoltam parlamentares contrários a essa situação. O vice-líder do governo, Alencar Santana (PT-SP), apresentou um projeto para impedir que deputados afastados mantenham gabinetes ativos. A proposta busca encerrar o que ele chamou de deputado home office, uma brecha que permite que o mandato continue operando, mesmo quando o titular está fora do país ou impedido de exercer o cargo.

Apesar da pressão, os processos disciplinares caminham lentamente. O Conselho de Ética ainda não concluiu a análise do caso de Eduardo Bolsonaro, cujo relator, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), sugeriu arquivamento. Já o pedido de cassação de Zambelli permanece parado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

FONTE/CRÉDITOS: Correio Brasiliense
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Reprodução/AGC

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR
📲
Instale nosso aplicativo Tenha acesso rápido às notícias diretamente pelo seu dispositivo.