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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva — espécie de decreto — nesta terça-feira (25) que ele disse ter como objetivo a segurança das eleições no país.
A ordem incluiria uma pergunta sobre cidadania no formulário de votação federal e cortaria o financiamento para estados que “não tomassem medidas razoáveis para garantir sua eleição”, disse o secretário de equipe da Casa Branca, Will Scharf, ao presidente antes de assinar.
“Fraude eleitoral — você já ouviu o termo”, disse Trump, ao assinar a ordem. “Vamos acabar com isso, espero. Isso ajudará muito a acabar com isso”, acrescentou ele. Trump também disse que o governo planeja tomar medidas adicionais nas próximas semanas com o objetivo de acabar com a fraude eleitoral.
“Talvez algumas pessoas pensem que eu não deveria reclamar porque vencemos de forma esmagadora, mas temos que endireitar nossa eleição. Este país está tão doente por causa da eleição — as eleições falsas, as eleições ruins. Vamos endireitar isso de uma forma ou de outra”, afirmou o presidente americano.
No texto da ação executiva, publicado pela Casa Branca, os EUA usaram o Brasil como um exemplo de um país que utilizou proteções eleitorais bem-sucedidas.
“Apesar do autogoverno pioneiro, os Estados Unidos agora falham em impor proteções eleitorais básicas e necessárias empregadas por nações modernas e desenvolvidas, bem como aquelas ainda em desenvolvimento. Índia e Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação do eleitor a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos dependem amplamente da autocertificação para cidadania“, afirma o documento.
