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Em meio à ameaça de greve e paralisação do SAMU em 94% das cidades de Minas Gerais, o CISREUNO (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência da Região Ampliada Noroeste), do qual Vazante faz parte, emitiu uma nota de esclarecimento reafirmando que a realidade enfrentada por outros consórcios não se aplica à sua operação.
De acordo com a nota, os profissionais que atuam no consórcio do Noroeste não aderiram à greve e seguem trabalhando com responsabilidade e respeito. O CISREUNO ainda destacou que, no início de 2025, os condutores receberam um reajuste salarial efetivo, acima da média praticada, aprovado pelos prefeitos que integram o consórcio, como forma de valorização da categoria.
Mesmo sem paralisações, o consórcio se diz engajado na luta por melhorias estruturais para o serviço, como o financiamento adequado, reconhecimento dos condutores como profissionais de saúde, pagamento do piso da enfermagem e revisão do custeio.
“A realidade não reflete a situação do CISREUNO”, afirma o texto, reforçando que o compromisso com a população é inegociável. O atendimento segue normalmente na região.
Os dez consórcios de saúde responsáveis pelo SAMU em Minas deram prazo até esta terça-feira (8) para que os governos estadual e federal iniciem negociações que garantam estabilidade no financiamento do serviço.
