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A morte de Ayrton Senna, aos 34 anos, completa três décadas nesta quarta-feira (1). O grave acidente na curva do Tamburello, a mais de 300 km por hora, durante o GP de San Marino, em Ímola, na Itália, ocorreu na manhã daquele 1º de maio de 1994, um domingo, mas a confirmação da notícia veio horas depois. Às 13h05 (de Brasília), os principais meios de comunicação do país informaram a morte do tricampeão de Fórmula 1.
Itamar Franco, presidente do Brasil à época, decretou luto de três dias ainda no domingo. Presidentes de vários países como Itália, Argentina, Portugal, França, Japão e Estados Unidos enviaram mensagens de pêsames.
Ayrton Senna morreu aos 34 anos
O funeral ocorreu no dia 4 de maio. O corpo de Senna foi trazido ao Brasil por um voo da extinta companhia aérea Varig. As honrarias foram semelhantes às de chefes de Estado: carreata, velório aberto e salva de tiros antes do enterro.
Carro bateu a mais de 300 km por hora
Cerca de dois mil jornalistas de diversas nacionalidades foram credenciados para cobrir o velório realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), na capital paulista.
O legado de Senna, tricampeão mundial da Fórmula 1, um dos maiores ícones do esporte brasileiro, permanece até hoje, e a trajetória do ídolo vai ser contada em uma série na Netflix, que será lançada em breve.
