Uma empresa do ramo de análises clínicas de Guarda-Mor identificou um desvio interno de valores após constatar movimentações financeiras atípicas no sistema de pagamento instantâneo.
A apuração apontou que um funcionário estaria repassando aos clientes uma chave Pix pessoal para pagamento de exames, em vez da chave oficial vinculada ao CNPJ da empresa. Há cerca de seis meses, os valores eram transferidos para uma conta particular.
A irregularidade foi confirmada durante verificação interna, quando comprovantes solicitados a clientes indicaram divergência em relação à chave institucional. O total dos valores desviados não foi informado pelo laboratório.
Segundo a direção do laboratório, os clientes não tiveram prejuízos e os exames foram realizados e entregues normalmente. O prejuízo financeiro decorrente do crime atingiu exclusivamente a empresa.
Um boletim de ocorrência foi registrado pela empresa, e o caso será investigado por agentes da Polícia Civil.

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