Com 4.000 integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) listados pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), o Estado de Minas Gerais pode ser considerado a "segunda casa" da organização, um dos maiores cartéis de drogas do mundo.
Para piorar a situação, os criminosos, que costumam arregimentar "soldados" no sistema carcerário, encontram o caminho livre para a criação de uma verdadeira "central telefônica" nos presídios mineiros, já que só uma das 182 unidades prisionais do Estado conta com bloqueador de sinal de celular.
São Paulo, que foi berço da facção criminosa, teria entre 12 mil e 15 mil membros do PCC, enquanto, em todo o Brasil, a estimativa do MPSP é que existam aproximadamente 40 mil pessoas envolvidas. Com isso, Minas Gerais estaria abrigando em 2023, quando a organização completou 30 anos, cerca de 10% de todos os seus membros presos.

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